O Cuidador organiza quem atende cada idoso, em qual turno e em qual casa — e avisa você quando um plantão fica descoberto, quando alguém encosta nas 44 horas ou quando um documento vence. Tudo o mais que a empresa precisa vem junto.
Funciona — até a cuidadora do plantão noturno mandar atestado às seis da manhã.
O cuidador avisa em cima da hora e começa a caça ao substituto. Enquanto isso, tem um idoso sozinho em casa e um filho ligando.
Interjornada de 11 horas, hora extra, banco de horas, ASO vencido. Sem controle, cada escala mal montada vira risco.
A família pergunta e a resposta depende de alguém lembrar. Sem registro, também não há defesa quando algo dá errado.
Você monta a grade arrastando plantões. O sistema faz o resto: confere se dá conflito, se a pessoa está descansada, se está dentro da jornada e se o documento dela está em dia.
Cada posto tem sua dupla fixa alternando dia sim, dia não. Repita a semana anterior com um clique.
Nada de plantão descoberto passar batido. E o sistema já mostra quem está livre para cobrir.
Conflito de agenda, menos de 11h de descanso, estouro de carga horária e documento vencido — tudo antes de salvar.
Grade da semana por paciente, linha do tempo do dia por profissional e a carga horária de cada um.
Todo mundo recebe a escala no aplicativo. Mudou um plantão? Quem foi afetado é avisado na hora.
Grade semanal, linha do tempo do dia e carga horária por profissional.
O cuidador registra entrada e saída na casa do paciente, pelo celular.
Tudo que a equipe precisa saber antes de entrar na casa.
Registro estruturado ao fim de cada turno — a memória e a defesa da empresa.
Aprazamento do dia com quem administra cada dose.
Queda, piora clínica, lesão por pressão — registro com conduta e responsável.
Cadastro completo com validade de cada documento.
Mensalidade das famílias de um lado, folha e horas do outro.
Do primeiro telefonema da filha até o contrato assinado.
O celular que ele já tem no bolso vira a ferramenta de trabalho.
O filho que mora longe dorme mais tranquilo — e liga menos para a coordenação.
Por isso o cadastro de profissionais é aberto ao público. Quem cuida se inscreve de graça, e todas as empresas da plataforma passam a enxergar esse banco — já ordenado por quem mora perto de cada paciente.
Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cuidadores, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e nutricionistas: cadastre-se aqui.
O banco de profissionais já vem dentro do sistema, na mesma tela em que você monta a escala.
160 horas, online, com certificado — escrito por uma médica de home care. Ao terminar, seu perfil entra neste mesmo banco com o selo de formado, que é o primeiro filtro que toda coordenação usa.
Sem taxa por paciente, sem porcentagem do seu faturamento, sem cobrança por módulo. Se você crescer, a gente cresce junto — mas a conta continua simples.
Não. A maioria começa só pela escala — que é onde dói mais — e vai ligando os outros módulos conforme a equipe se acostuma. Traga sua planilha atual que a gente importa pacientes e profissionais para você.
Funciona. O aplicativo é leve, roda em Android antigo e o ponto é registrado mesmo sem internet — sincroniza sozinho quando o celular reconecta. Para quem não usa aplicativo, a coordenação registra o ponto manualmente com justificativa.
Cada posto de trabalho tem uma dupla que alterna dia sim, dia não. O sistema soma as horas da semana de cada profissional, marca quem passou das 44 horas contratuais, avisa quando o descanso entre jornadas fica abaixo de 11 horas e bloqueia escalar alguém que já está em outro plantão no mesmo horário.
O registro guarda data, hora, coordenada e distância do endereço do paciente, e todo ajuste manual fica gravado com autor e justificativa — que é o que a fiscalização espera ver. Para empresas com mais de 20 empregados, converse com sua contabilidade sobre o registro eletrônico de ponto (REP-P); exportamos a folha no formato que ela pedir.
Você decide. Dá para liberar item por item: escala, relato do plantão, sinais vitais, medicações, intercorrências e financeiro. Tem empresa que abre tudo e tem empresa que mostra só o essencial. A configuração é sua.
O sistema controla contrato, carteirinha, horas entregues e materiais consumidos por paciente, e gera os relatórios de indicadores que as operadoras pedem em auditoria. A geração de guias TISS está no roteiro de integrações.
É exatamente aí que costuma valer mais: com 6 pessoas, uma falta já desmonta a semana inteira e não existe folga para improvisar. E você paga R$ 84 por mês — menos do que uma diária de cuidador.
Sem multa e sem fidelidade. Você exporta pacientes, equipe, escalas, evoluções e financeiro em CSV a qualquer momento. Os dados são seus.
Toda empresa aparece no nosso diretório sem pagar nada a mais. Quem quiser vai além: um site próprio, com a sua cor, a foto da sua equipe e o seu endereço na internet — editado por você, dentro do mesmo painel onde monta a escala.
Toda empresa que organiza a escala pelo O Cuidador aparece num diretório público, por cidade. Você vê os serviços, os bairros atendidos, os convênios aceitos e quem é o enfermeiro responsável técnico — e fala direto com elas.
Não cobramos nada da família e não ficamos com comissão. Quem paga pelo sistema é a empresa.
Ver empresas em Pelotas → Outra cidade
Dra. Renata Vernetti é mãe, médica e cofundadora do O Cuidador. Especializada em home care e mestre em gerontologia, ela escreve para a filha que não sabe se aquilo é esquecimento normal, para o cuidador que quer fazer certo e para a coordenadora que precisa explicar à família por que a escara apareceu.
Ler o blog →Esquecer onde deixou a chave é uma coisa. Esquecer para que serve a chave é outra.
O problema que mais gera culpa na família e mais gera processo na empresa.
O engasgo que mata idoso em casa é o que não faz barulho nenhum.
Cadastre sua equipe, monte a grade e veja o sistema apontar sozinho o que está faltando. Leva menos tempo do que montar a planilha de sempre.
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